sábado, 6 de outubro de 2012


 NEUROCIÊNCIA


O processo educativo tem seu grau de complexidade, e, por ser dinâmico exige do professor habilidade para lidar com os problemas que fragmentam a aprendizagem por não trabalhar adequadamente.  A neurociência comprova que a existência de diferentes meios de processamento da aprendizagem e da produção do conhecimento, assim as variadas formas de abordagem contemplam e ajuda a consolidar o processamento das informações pelo cérebro.
Para garantir uma adequação perfeita no processo de ensino é necessário lançar mão de diversos instrumentos. Assim temos os meios visuais, o auditivo, o sensorial, ETC, por essa razão as oportunidades de contanto com o mundo do conhecimento deve ser diversificado para que todas as regiões do cérebro possam ser estimuladas e desenvolva as habilidades inerentes ao aprender com significado.  
A neurociência por ser jovem não descarta o que alguns pensadores da educação já haviam comentado, porém no contexto mais moderno há formas de monitoramento de como se desenvolve o mecanismo da aprendizagem n interior do cérebro. Como tudo evolui a ciência encontra caminhos onde em tempos não muito remotos não tinha acesso. 
Então para que haja maior desenvolvimento no processo de ensino e na produção de conhecimento, o sistema de ensino deve aparelhar-se, capacitar melhor os profissionais de educação para que haja maior sensibilidade e capacidade de adentrar, de forma, mais coesa nas regiões do cérebro por meio de estímulos que faça funcionar adequadamente com respostas positivas em cada setor específico.
Entender como o cérebro funciona facilita o relacionamento intra e interpessoal fundamento que constitui um grande avanço no momento de se definir uma política de ensino que atenda as necessidades do processamento de informações pelo cérebro para produção do conhecimento. Os parâmetros são buscados na observação e no embasamento científico para exploração adequada do cérebro.

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