quarta-feira, 29 de agosto de 2012


Oração do Caráter 

Deus! 
Farás sempre acreditar que o sonho nunca deva morrer, por entender que a vida é maravilhosa e precisa ser vivida com intensidade: 

Farás com que! 
1Eu sinta saudade, esqueça a maldade por entender que ela poderá se assustar e fugir; 

2 eu siga meu destino com ar sorridente e possa acreditar que pensar diferente não me afaste do aliado nem do oponente; 

3 Eu perceba que a esperança continuará sempre viva e, para não perdê-la, será necessário muita perseverança; 

4- que eu tenha a inspiração para mergulhar nas profundezas da imaginação ao enxergar a sutileza e beleza que há nas pessoas; 

5- Profissionalmente eu tenha a consciência do dever cumprido e que possa afirmar que serei sempre livre e que jamais me entregarei; 

6- Eu sempre seja otimista e nunca desleal nem desonesto; 

Permita-me senhor: 
Que meu ego tenha sempre o aconchego de todos que me cercam, mesmo que estejamos distante; 
Que eu possa dormir tranqüilo para acordar e ver brilhar no alvorecer, a luz que serve de referencia para a contagem do tempo e queme faz caminhar de fronte erguida ao saber que o dever cumprido inspira em outras pessoas o exemplo das atitudes tomadas e das que foram deixadas de serem tomadas; 

Que eu possa entender que mesmo não sendo reconhecimento pelo esforço que tenho diante do trabalho realizado, eu deixe uma grande contribuição a todos; 

Que eu nuca fique no anonimato sem me lançar a luta para que não me transforme em covarde; 

Que a reflexão sobre as marcas positivas e negativas me dê autoconfiança para que possa sempre terá coragem para me expor e que isso seja um ato de caráter; 
Porque Deus estará sempre comigo e me dará forças para superaras dificuldades cotidianas; 

Farás com que sempre agradeça a ti pelo talento reconhecido; 

Por tudo, obrigado senhor!
CARLOS BOMFIM: OUTUTUBRO DE 2004.

domingo, 19 de agosto de 2012

HINO DA ESCOLA ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS

Gravado na cidade de Timbaúba e associei a uma foto do da culminância do Projeto Cantigas de Rodas um projeto que foi vivenciado na escola como forma de incentivo a leitura e escrita.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012


PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL

            Elba Siqueira chama atenção para as ações clientelistas do século XX que construíam escola como forma de favores aos eleitores, ao mesmo tempo se refere à legislação dos tempos atuais que tem a educação como um direito e para o direito.
Segundo Dourado a forma de abordagem na educação deve ser feito com base na educação para o direto, pois como direito a família não se apercebe de sua responsabilidade.  A livre escolha faz com que haja uma acomodação e o indivíduo só venha notar a necessidade quando for lhe for cobrado da existência da conclusão de determinado nível de ensino.
Na educação para o direito o individuo perde a livre escolha retardada e passa a ser preparado desde o início de sua vida. Assim pode, quando exigido, ter uma resposta social mais precoce até porque a escola foi criada pelo homem para ser uma instituição sistematizadora do saber e ao mesmo tempo ampliar conhecimento por meio da interação de seus membros. Para isso é necessário que seja entendida como apropriação da cultura e que seja tratada como privilégio na formação de sujeitos críticos com condições de se tornarem criativos no desenvolvimento de setores específicos.
A gestão da escola deve estar atenta para assumir seu papel de administrar com base no Projeto Político Pedagógico, pois administrar requer sensibilidade e coerência de forma que os meios e os fins tenha início num planejamento adequado.
A gestão, junto à sociedade, deve consolidar o processo de condução do trabalho escolar no momento em que se envolve na participação das ações decisórias, na definição de prioridades na aplicação de recursos tanto financeiro, administrativo quanto pedagógico.
Um fato a ser observado é a plenitude do fazer com eficácia, eficiência, afetividade e humanização, mesmo nos momentos mais racionais de suas ações.
Para agir com coerência na aplicação do planejamento participativo a escola necessita ter um Conselho Escolar que entenda seu papel e atue de forma efetiva junto à gestão da escola.
Para que a escola possa atingir o ápice sua eficiência é necessário realizar a avaliação institucional um processo avaliativo de múltipla faceta onde os atores do processo se avaliam por segmento e os segmentos da comunidade escolar,....avaliam-se entre si e cruzam-se é numa dinâmica espiralada de observação e aceitações . Esse sistema de avaliação sofre ação dos diversos segmentos forma uma teia avaliativa onde alunos são avaliados por professores, técnicos e demais componentes da escola são avaliados por de provas escritas em sala de aula, provas orais, no comportamento, e pelas avaliações externas como: SAEPE (Sistema de Avaliação do Estado de Pernambuco), SAEB (Sistema de Avaliação Ensino Básico), ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), ENAD(Exame Nacional de Desenvolvimento do Estudante), Provinha Brasil entre outras formas de aferição do desempenho do aluno fora da escola.
Por outro lado os professores também são observados em suas ações, coerência com o planejamento, manejo amistoso da sala de aula, afetividade com seus discípulos.
A avaliação institucional segundo Sandra demandado do sistema de ensino público, em nível de educação básica, demanda o direcionamento da construção de processo pedagógico sistematizado de acordo com as  necessidades. Nesse processo todos são avaliados desde o diretor aos mais membros da comunidade escolar. Porém essa via de onde todos se avaliam entre si ainda conta com  infraestrutura escolar que muitas vezes não dá conta da demanda. 
Há escolas que estão lotadas de computadores e os docentes estão a ano luz do avanço tecnológico. Uns por comodismo, pois não tiveram a formação para as novas tecnologias por essa razão ficam receosos em usá-las por medo de quebrar. Os professores que estão saindo das faculdades já passam por esse acampamento, até porque os tempos são outros. Há, também, os que têm fobia em  aceitar a utilização de e novos equipamentos na escola, enquanto isso os alunos que já nasceram no colo da tecnologia andam a passo largo. O docente necessita ser encorajado a enfrentar esse novos desafios e assim contribuir para a avaliação um melhor desempenho da instituição onde presta seus trabalhos, além de poder sentir sua auto estiva elevada por está m sintonia com o que a sociedade exige de sua atuação como profissional da educação.
1 Texto extraído do Caderno 4 da Coleção Gestão e avaliação da escola pública: SOUZA, Ângelo Ricardo de Souza...[et al.]. Gestão e avaliação da educação escolar. Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. - Curitiba: Ed. da UFPR. 2005, p.17-22. 42 p. - (Gestão e avaliação da escola pública; 4) Texto adaptado para este curso. 

domingo, 12 de agosto de 2012


QUALIDADE NA EDUCAÇÃO
Nas últimas décadas a educação básica vem ganhando destaque em sua massificação. O Governo Federal tem investido bastante assumindo compromisso com as metas estabelecidas pela Unesco. Nesse sentido, a educação primária vem ganhando reforço sem esquecer à secundária que se completam. Assim, para tornar esse esforço viável os governos das esferas: municipal, estadual e federal tem se esforçado para alcançar um ensino aprendizagem significativo. Os países de modo geral, também não tem se esquivado dessa ação transformadora da sociedade, é claro que eles devem seguir sua trajetória histórico-cultural e tem estabelecido diretrizes e as bases de  seus sistemas  educacional. Cada núcleo comprometido com suas raízes. A política para uma educação de qualidade obedece a dois fatores básicos: vem identificar os problemas e as condições que acarretam dificuldades para traças os caminhos para a solução dos problemas  entender o que seja educação de qualidade considerando-se que há um conjunto de países membros onde a cúpula dos países dominantes das américas, a Unesco e o Banco Mundial exercem influência sobre as políticas educacionais, até porque é d interesse deles que a educação tenha resultado. Por outro traçam estratégias para também sejam favorecidos nas políticas de educação dos países menos abastados.
A construção de um marco teórico – conceitual que subsidie  a discussão para uma política de educação em cada região. Cada unidade nacional,  federativa, nacional,  municipal ou distrital  implementam suas experiências, assim se espera que a elaboração de suas matrizes sem fugir ao contexto de uma educação globalizada e de qualidade.
Ficou estabelecido através das metas assinadas que cem das crianças entrem na escola e conclua a educação primária e que 75 delas concluam a educação básica, a secundária.
Para isso criaram-se mecanismos de controle e acompanhamento para medição da qualidade da educação onde as políticas públicas sejam pautadas em pesquisas e levantamentos para elencar as prioridades a serem trabalhadas os 34 países que participaram realizaram seus levantamentos e nelas es respaldaram para elaboração de seus planos e metas.
Os fatores extraescolares e intraescolares mediam o processo ensino aprendizagem, uma vez que há rebatimento nas atividades formal e informal. A escola não pode se dissociar da realidade porque não utópica. Precisa está aliada ao processo teórico prático que sirva de apoio a resolução dos problemas tomando como base a complexidade da Qualidade da Educação. Essa citação ilustra o que vem sendo discutido neste texto:
“As pesquisas sobre Qualidade da Educação (BRASIL. INEP, 2004), escolas eficazes (NÓVOA,1999) ou escolas com resultados destacáveis (UNESCO, 2002) e, ainda, demais estudos desenvolvidos pelo Laboratório Latinoamericano de Avaliação da qualidade de educação 3 (UNESCO, 1998, 2000 e 2001) ressaltam, por um lado, a discussão de elementos objetivos no entendimento do que vem a ser uma escola eficaz ou uma escola de qualidade, procurando compreender os custos básicos de manutenção e 2 A esse respeito Cf.: Unesco, 2002 e 2003; Brasil.Inep, 2004; Lima, 1998; Nóvoa, 1999, dentre outros. 3 O laboratório Latinoamericando de avaliação da qualidade da educação é uma rede de sistemas nacionais de avaliação da qualidade de educação nos países latinoamericanos que foi constituída em 1994 e é coordenada pela Oficina Regional de Educação para a América Latina e Caribe da Unesco. 7 desenvolvimento, assim como, por outro lado, as condições objetivas e subjetivas da organização escolar e da avaliação de Qualidade da Educação por meio do aproveitamento ou rendimento escolar dos alunos da região. Tais elementos podem, em parte, ser tratados como aspectos objetivos para a construção de condições de qualidade numa escola considerada eficaz ou que produz resultados positivos. Tão importante quanto os aspectos objetivos são as características da gestão financeira.”
Faz parte da legislação dos países a educação como dever do Estado, e estabelece padrões mínimos para uma educação de qualidade.
A Constituição Federal e a LDB traz em seu arcabouço essa estrutura e vai além, ela diz que é de do Estado, da Família e da sociedade. Isso reforça a ideia de que somos responsáveis por educação qualificada. Tais obrigações se complementam, é necessária muita habilidade para lidar com essa complexidade alternada no seio de uma sociedade. Para que esse objetivo tenha eficácia surgiram os indicadores da de medição da qualidade da educação. Imagine trabalhar a realidade de um país e ao mesmo tempo focar nos parâmetros internacionais. Para isso é necessário esforço para não perder vista o que propõe e determina os organismos internacionais
“Segundo estudos a definição e a compreensão teórico conceitual extraescolar  e resultado da pesquisa feita com cos países: Canadá, Paraguai, Uruguai, Guiana, Guatemala, Nicarágua, Brasil as camadas menos favorecidas e assistidas interferem numa educação mais qualificadas”. Isso é reconhecível, porém mesmo diante desses entraves é necessário reunir esforço para compensar essência de um padrão internacional.
Segundo a pesquisa os níveis são incompatíveis com uma educação de qualidade. O nível 1 diz que o poder econômico tem interferência nessa desigualdade  surgem as drogas , violência, ou seja, várias sequelas porém com uma boa prática pedagógica torna-se possível minimizar as sequelas do ensino aprendizagem.
O nível de Estado deve garantir esse direito a todos a uma educação básica de qualidade de 0 a 17 anos e até amplia para o que não tiveram oportunidade na idade certa ou são vítimas de uma educação deficitária que exclui os alunos por não atender as expectativa deles. Apesar de ser um direito público.
Em outro nível está o sistema onde as condições de oferta do ensino  que deve oferecer subsídios para uma educação de qualidade oferecendo uma infraestrutura e, segundo das categorias de análise quantificáveis, as pesquisas (UNESCO, 2002; BRASIL.INEP, 2004) evidenciam que as médias existentes nas relações entre alunos por turma, alunos por docente aluno por funcionário são aspectos importantes das condições da oferta de ensino de qualidade, uma vez que menores médias podem ser consideradas como componentes relevantes para uma melhor qualidade do ensino oferecido. Para cuprir essa obrigação o estado tem como princípio financiar a educação distribuindo recursos de acordo com a quantidade de alunos existentes em cada escola. Aplicar esses recursos de maneira satisfatória é dever do gestor escolar juntamente com sua comunidade de acordo com a finalidade destinadas na natureza do recurso. Copiei e colei os seguintes fatores;
“No nível de escola, ou melhor, no que tange à gestão e organização do trabalho escolar, pode-se sintetizar como aspectos impactantes da qualidade as seguintes dimensões ou fatores”:
a) A estrutura organizacional compatível com a finalidade do trabalho pedagógico;
b) o planejamento, monitoramento e avaliação dos programas e projetos;
c) a organização do trabalho escolar compatível com os objetivos educativos estabelecidos pela instituição tendo em vista a garantia da aprendizagem dos alunos;
d) a existência de mecanismos de informação e de comunicação entre os todos os segmentos da escola.
e) a gestão democrático-participativa que inclui: condições administrativas, financeiras e pedagógicas, mecanismos de integração e de participação dos diferentes grupos e pessoas nas atividades e espaços escolares;
f) o perfil do dirigente da escola: formação em nível superior, forma de provimento ao cargo e
experiência;
g) a existência de projeto pedagógico coletivo da escola que contemple os fins sociais e pedagógicos da escola, a atuação e autonomia escolar, as atividades pedagógicas e curriculares, os tempos e espaços de formação;
h) a disponibilidade de docentes na escola para todas as atividades curriculares;
i) a definição de conteúdos relevantes nos diferentes níveis e etapas do processo de aprendizagem;
j) o uso de métodos pedagógicos apropriados ao desenvolvimento dos conteúdos;
k) a implementação de processos avaliativos voltados para a identificação, monitoramento e solução dos problemas de aprendizagem;
l) a existência e utilização adequada de tecnologias educacionais e recursos pedagógicos apropriados ao processo de aprendizagem;
m) o planejamento e a gestão coletiva do trabalho pedagógico;
n) a implementação de jornada escolar ampliada ou integral visando a garantia de espaços e tempos apropriados às atividades educativas.
o) a implementação de mecanismos de participação do aluno na escola;
p) a valoração adequada dos serviços prestados pela escola aos diferentes usuários.

 Em ao nível de professor tudo está focado na sintonia com as diretrizes , Projeto Político Pedagógico , e um planejamento compatível com a turma  o atendimento da comunidade  cumprimento do horário e ter um foco na valorização do alunado, até porque acredita-se que o aprendizado é subjetivo, mas que tem âncora no apoio pedagógico.
Quanto ao nível de acesso, permanência e desempenho escolar onde o desempenho do estudante trona-se a mola mestra de uma educação de qualidade.